segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Bateu uma saudade

Saudade de quem nem se conheceu. Saudade de quem morreu cedo. Saudade de um gênio de alma transparente. Saudade de ouvir alguém cantar a beleza da vida. Tantos homens passam e não deixam nada. Tantos outros só de passar deixam tudo. História, música, filhos e poesia. Eu ainda muito pequeno já ouvia a voz do cavalheiro solitário, cantando seus poemas que transbordavam de seu coração. Ah, Gonzaguinha, você faz falta! Obrigado pela sua obra e pelas sua sobras. Que Daniel, Fernanda e Amora preservem a força e a viceralidade da música de seu pai.

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